quinta-feira, 30 de abril de 2009

Campinas, SP - Ademar dá exemplo de consumo consciente

Bag Monster

O Supermercado Ademar, localizado no Jardim São Marcos, em Campinas (interior de São Paulo), adotou uma medida radical a fim de incentivar os consumidores a utilizar sacolas retornáveis para acondicionar suas compras. A loja aboliu o uso das sacolas plásticas e há quase um ano já vendeu 4.500 novas embalagens, confeccionadas em ráfia.

Em entrevista para o Portal APAS, a empresária Maria das Dores Ribeiro Lemes tomou a iniciativa, pioneira na cidade, com o objetivo de diminuir o lixo e a poluição em rios e córregos que cortam a região, provocados pelas embalagens plásticas, agressivas ao meio ambiente. As novas sacolas são vendidas aos clientes ao preço de R$ 2,25 (abaixo do custo) e já proporcionaram uma economia de R$ 25 mil, valor anteriormente gasto por ano com a compra das sacolinhas convencionais.

Agora, Maria das Dores espera avançar na educação ambiental sobre o tema com a confecção de um livro a ser distribuído em escolas das redes estaduais e municipais de ensino. O material, em fase de conclusão e que aguarda patrocínio para publicação, trará dicas para evitar o desperdício de alimentos, além de atitudes de responsabilidade socioambiental.

O Supermercado Ademar foi aberto há cerca de cinco anos e é hoje o maior do bairro, atendendo também os moradores vizinhos do Jardim Campineiro, Santa Mônica e Amarais. Possui 33 funcionários, sete check-outs e área de vendas de 1.200 metros quadrados.

Certamente não perderam um único cliente, pois a sacola plástica de uso único que os supermercados distribuem é uma coisa totalmente dispensável, se não existe no local de compras o consumidor se condiciona a levar a sua, é só questão de reacostumar a levar seu embornal, picuá e se você esquecer a sacola em casa, peça uma caixa em que vieram mercadorias para o supermercado e que se você não usar irá para o lixo, se for pouca quantidade, leve nas mãos, isto é, não é um bicho de sete cabeças.

Lembre-se de que o varejo vende mercadorias e não sacolas. Como transportar a mercadoria adquirida é sua responsabilidade, por isso, assuma a sua parte da responsabilidade para todos termos um planeta melhor para viver.

Parabéns ao Supermercado Ademar, esta sim é uma empresa para você dar preferência ao fazer suas compras. Valorize a loja que se preocupa com o futuro do planeta.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Reality show de sustentabilidade!

Boas idéias, diversão, entretenimento e muita consciência ecológica e social. Esses são os ingredientes do primeiro reality show da TV Cultura. Chamado de EcoPrático, o programa foi dividido em 10 episódios, sendo cada um com uma família diferente. Apresentado por Anelis Assumpção e Peri Pane, o programa aborda e recicla os hábitos das famílias, criando mudanças físicas e comportamentais nos participantes e nos espectadores.

Vale a pena assistir!

Parabéns para a TV Cultura pela iniciativa! O programa vai ao ar aos domingos às 19:00hs, com reprise às quartas-feiras às 19:30hs.

Visite também o site do programa, com muito conteúdo e dicas de sustentabilidade.

EcoPrático - www.ecopratico.com.br

Como viajar com responsabilidade

O livro “Como Viajar sem Prejudicar o Meio Ambiente” - Siân Berry -, editado pela Publifolha, defende que as viagens curtas, para destinos próximos de casa, são ótimas opções de descanso e diversão, além de serem mais baratas e amigáveis do ponto de vista ambiental. Os nossos sonhos em termos de viagem sempre vão bem longe da nossa realidade e muitas vezes esquecemos que ali, bem perto de casa, há um lugar maravilhoso que nem sempre damos o valor que merece. Pare pra pensar um minuto e você descobrirá que menospreza alguns dos lugares mais lindos que possa existir. Viajar, sem dúvida, é preciso, mas também é preciso pensar no impacto que causamos a cada novo sonho realizado.

Isso porque viagens curtas demandam meios de transportes que emitem menor quantidade de gás carbônico do que os aviões, usados para viagens longas e que liberam de 230g a 510g de CO2 por passageiro por quilômetro rodado. O livro mostra que os carros de família cheios emitem 42g, trens a diesel, 69g e ônibus apenas 9g por pessoa.

Um livro interessantíssimo que nos faz pensar no nosso modo de vida e em como as nossas atitudes intereferem no mundo em que vivemos.

Preste atenção, aproveite seus momentos de folga, mas não esqueça de ser ambientalmente responsável!

Segue abaixo um pequeno trecho do livro.

FÉRIAS ECOLÓGICAS

Livro mostra como utilizar os transportes de forma sustentável

Às vezes penso que a publicidade nos faz esquecer para que são feitas as férias. Todos nós compramos a mesma imagem das “férias ideais”: uma palmeira e uma praia de areia branca ao lado de um mar azul-turquesa. Mas é isso o que realmente funciona para uma pausa perfeita? Será que viajar para longe garante mais diversão? E será que alguém merece a chatice de despender horas e horas dentro de um carro, ônibus ou avião só para passar alguns dias em uma praia paradisíaca?

Mais de três quartos dos pais afirmam que desfrutar momentos preciosos com seus filhos é o que eles mais desejam das férias. Mesmo assim, de cada dez famílias, oito enfrentam um período estressante nas férias anuais, tendo como principal problema as crianças entediadas. As pesquisas mostram que a ação e a aventura são o que as crianças realmente querem, e que até os adultos desejam mais das férias do que passar duas semanas numa cadeira debaixo do sol.

Atividades interessantes, comida boa e hospedagem confortável não requerem tomar um avião. De fato, a maioria de nós pode encontrar destinos perfeitos para as férias muito mais perto de casa. E, apesar da excitação que pode provocar uma viagem aérea, viajar para longe de ônibus ou de carro pode compensar muito mais que voar.

FIQUE PERTO DE CASA

É difícil pensar numa forma menos relaxante de começar as férias do que passar horas em um aeroporto e depois ficar espremido em um vôo longo, de maneira que evito isso sempre que possível.

Felizmente, o Reino Unido tem tudo de que preciso para a grande maioria das minhas férias, desde o litoral marítimo mais fantástico do mundo até montanhas e colinas com uma altura adequada para escalar sem precisar de acessórios. Imagine quem mora num país tropical com praias e montanhas…

O Reino Unido também está cheio de história e tem mais sítios classificados como Patrimônio Mundial da Humanidade do que os Estados Unidos.

As férias perfeitas variam de acordo com as pessoas, mas você pode se surpreender com o que vai desfrutar.

Cada lugar tem suas próprias atrações, sua linda geografia, sua própria história e uma infinidade de destinos incríveis para as férias, portanto não os menospreze!

A maior parte da privilegiada população do Brasil vive perto de um dos mais fantásticos litorais do planeta. Poucas centenas de quilômetros para o interior há um pouco de tudo: história e pré-história, como na região das Missões do Rio Grande do Sul, nas cidades históricas de Minas Gerais e nas grutas com pinturas rupestres da Bahia e do Piauí; montanhas, rios, trilhas e muitas cachoeiras; uma incrível variedade de biomas, da Amazônia ao Pampa, do Pantanal à Caatinga e da Mata Atlântica ao Cerrado.

Fonte: Folha OnLine

Receita - Mix de óleos

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Ainda no clima das campanhas “Gorduras do Bem” e “Campanha da Linhaça”, preparamos uma receita de um Mix de Óleos, rápida e fácil de preparar, e que ainda faz bem para a saúde.

Confiram:

Ingredientes:

  • 100 ml de azeite prensado a frio
  • 50 ml de óleo de linhaça prensado a frio
  • Temperos secos de sua preferência (alecrim, manjericão, manjerona)

Modo de Preparo:

  • Misturar o azeite e o óleo de linhaça.
  • Adicionar o tempero seco. Armazenar em recipiente de vidro opaco, bem fechado, na geladeira.
  • Usar em torradas ou para regar saladas e sopas.

Bom apetite! ;-)

terça-feira, 28 de abril de 2009

Wal-Mart abre as portas de loja ecoeficiente em São Paulo

Manoella Oliveira
Planeta Sustentável - 28/04/०९


Nesta terça-feira, dia 28 de abril, o Wal-Mart Morumbi, segundo hipermercado verde da rede – o primeiro foi inaugurado em dezembro do ano passado no Rio de Janeiro - entra em funcionamento. Construída obedecendo a rígidos critérios de sustentabilidade, a loja se propõe a incentivar o consumo consciente de seus clientes e dá lugar de destaque a produtos que tenham algum diferencial que beneficie o meio ambiente.

São cerca de 1500 produtos desse tipo ofertados no catálogo em um montante aproximado de 40 mil. De acordo com o vice-presidente comercial do Wal-Mart Brasil, Marcelo Vianna, a quantidade é similar a dos outros hipermercados, o diferencial está no modo como eles estão dispostos. “Queremos fazer uma diferença positiva na qualidade de vida das pessoas e acreditamos que isso está cada vez mais ligado na valorização do meio ambiente”, acrescentou.

Os produtos considerados verdes ainda custam mais que os convencionais, mas, segundo Viana, a ideia é viabilizar a compra. Por isso, à medida que o hipermercado estimula o consumo desses itens e aumenta a escala, eles serão barateados.

O custo da estrutura construída é de 1,5% maior do que uma obra comum em função do preço das tecnologias envolvidas, ainda pouco presentes no mercado. Os aportes serão recuperados a longo prazo, ainda em fase de cálculo, a partir da economia gerada pelas ações sustentáveis: utilização 25% menor de energia e 40% a menos de água.

Ainda neste ano, a rede irá abrir entre 80 e 90 novas lojas no país, de vários portes entre suas diferentes bandeiras, somando um investimento de R$ 1,6 bilhão. Em todas elas, as recomendações padrões de sustentabilidade serão implementadas e os hipermercados seguirão o padrão ecoeficiente.

DIFERENCIAIS DA ESTRUTURA
O maior foco do Wal-Mart Morumbi é economizar energia e água, dessa forma, foram implementados sistemas inteligentes cercados de muita tecnologia mesclados com idéias bastante simples. Para privilegiar a primeira, existem várias claraboias no salão de vendas que permitem a entrada de luz natural enquanto a dimerização da iluminação artificial controla a intensidade e a necessidade de mais luz no ambiente.

Nas áreas administrativa, de vendas e no estacionamento são utilizadas lâmpadas fluorescentes T5 que consomem metade da energia das fluorescentes de mercado, além de lâmpadas LED que são mais eficientes energeticamente e duram 50 mil horas. Na entrada do estacionamento, um poste funciona à base de energia solar.

Para diminuir a necessidade de ar condicionado, a estrutura conta com tintas à base de água que refletem os raios solares e com vidros que permitem a passagem de luz e vetam a entrada de calor. Na fachada, madeira, que cumpre, também, o papel de isolante térmico e ainda, uma parede verde de trepadeiras, com a mesma função.

No quesito água, mictórios e vasos sanitários terão sistema a seco e a vácuo, respectivamente, além de reservatório de água para reaproveitar água da chuva.

Todo mobiliário é feito com madeira certificada, as portas internas são de plástico reciclado, os painéis visuais levam 60% desse material e, na calçada, borracha de pneu para evitar o acúmulo desse tipo de lixo.

DIFERENCIAIS PARA O CLIENTE
Além do descarte ambientalmente correto dos resíduos gerados pela unidade desde a construção, a partir de hoje, os consumidores poderão destinar parte de seu lixo doméstico, como papel, metal, vidro, plástico, garrafas de vidro, pilhas e baterias em contêineres e coletores dispostos no local.

Outros benefícios para os freqüentadores da loja são a permanência das árvores e a plantação de 21 espécies nativas, compondo uma área verde –irrigada com água reaproveitada de chuvas, diariamente - para a preservação do microclima. Em caso de chuva, sensores de umidade informam que o jardim não precisa ser regado novamente.

Outra novidade são as vagas reservadas para carros flex, que transportam gestantes, idosos e carros com mais de três pessoas, além do bicicletário.

O Wal-Mart Morumbi irá implantar, futuramente, um sistema que já está em funcionamento no Nordeste e entrará em operação em maio no Sul do país. Trata-se dos descontos oferecidos ao consumidor proporcional ao número de sacolas plásticas que eles deixa de usar, um cálculo feito a partir do volume de produtos que ele leva para casa. “Economizamos cerca de dois milhões de sacolas e já retornamos R$ 75 mil aos nossos clientes”, informou Vianna.

A bandeira oferece sacolas plásticas e disponibiliza sacolas retornáveis a um preço popular.

Feliz 2030

Getty Images

Brasil em 2030:frota dobrada e emissões em queda

Pesquisa mostra que o Brasil tem potencial para ser um dos líderes globais na redução de emissões

Simone Tobias
Revista Quatro Rodas

Pensando nos ares futuros, mais precisamente em 2030, pesquisa de uma das mais respeitadas consultorias do mundo, a McKinsey, traz duas previsões. A primeira é que o número de veículos no Brasil pode aumentar 115% nos próximos 21 anos. Antes de prender a respiração, veja a segunda: melhorias tecnológicas na frota de veículos brasileira e o aumento do uso de biocombustíveis podem fazer com que a emissão de gases de efeito estufa se reduza em 25% em 2030. Essa é a conclusão de um estudo sobre as oportunidades e os custos de reduzir o aquecimento global, no Brasil e no mundo. No setor de transporte rodoviário, foram sugeridas iniciativas de avanços aplicáveis a veículos leves, com ganhos de desempenho em motor, caixa de transmissão, aerodinâmica, peso e pneus. Também é considerada a inserção de carros híbridos e elétricos no mercado.

Segundo a pesquisa, em 2005, o volume de emissões no setor de transportes representava 6% do total e a estimativa da consultoria é que isso suba a 10%, em 2030, se as sugestões da consultoria para abatimento de emissões não forem adotadas. Há iniciativas em que os benefícios se sobrepõem aos investimentos, como melhorias na aerodinâmica dos carros, por exemplo. Há outras cujos investimentos são inferiores aos benefícios, caso de modificações na parte mecânica como a implantação de direção assistida eletronicamente. Hoje o Brasil ocupa o posto de quarto maior emissor de CO2 do planeta, depois de China, Estados Unidos e Indonésia. A emissão de transportes rodoviários (em que os carros estão inseridos) está atrás somente dos setores florestal e agrícola. Na média global, é o segundo setor mais relevante, respondendo por 13% do total de poluentes lançados no ar.

“Se as propostas se realizarem aqui, em 21 anos o Brasil ocupará o oitavo lugar e passará a emitir 2% e não mais 5% do total de gases poluentes”, afirma Stefan Matzinger, sócio-diretor da McKinsey. A pesquisa “Uma economia de baixas emissões de carbono para o Brasil” foi apresentada pelo projeto Planeta Sustentável, da Editora Abril, que publica QUATRO RODAS.

Conheça mais sobre o estudo no www.planetasustentavel.com.br ou www.mckinsey.com

Unidades de Conservação na BR 319: mitigação necessária mas não suficiente

Mesmo sem confirmar o cronograma de audiências públicas e sem analisar mais detidamente o conjunto de impactos esperados pela pavimentação da BR 319, os orgãos de governo envolvidos no processo já se adiantam na definição de estratégias para minimizar os impactos. Nesse contexto, a criação e implementação de Unidades de Conservação (UC) federais e estaduais têm sido apontada como a solução mais eficiente para deter o desmatamento e proteger os recursos naturais, salvaguardando as populações que aí vivem.

A Lei do SNUC (Sistema Nacional de Unidades de Conservação) estabelece diversas categorias de UC considerando não apenas aspectos paisagísticos e conservacionistas, mas também sociais e determina que os objetivos de criação dessas áreas devem contemplar tanto a conservação da natureza quanto o reconhecimento dos direitos de populações tradicionais ao uso dos recursos e do espaço. Ainda que o processo de implementação dessas áreas na Amazônia esteja muito aquém do desejado, as UC, mesmo que “de papel” têm funcionado, em particular nas áreas onde a pressão do desmatamento é pequena. No entanto, em áreas sob forte pressão pela conversão das florestas, infelizmente, as “UCs de papel” têm poucas chances de vingarem e muito provavelmente se tornarão novas Florestas Nacionais do Jamaxim, nas margens da BR 163 (Santarém – Cuiabá), queimando incessantemente todos os anos.

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©Greenpeace/Rodrigo Baleia

Em primeiro lugar, a própria legislação brasileira limita a destinação dos recursos de compensação ambiental às UC de proteção integral tais como parques, estações ecológicas e reservas biológicas. Do total de 28 UCs que compõem o Mosaico da BR 319, apenas sete (ca. 3,5 milhões de hectares) se encaixam neste grupo e poderão ser beneficiadas pelos recursos financeiros de compensação que o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes) deverá dispor para tanto. As demais 21 UCs, todas de uso sustentável, embora constituam mais de 60% do conjunto de áreas a serem protegidas não podem por lei receber recursos de compensação. Para essas áreas o governo deverá dispor de outras fontes de financiamento que certamente não terão origem nos cofres públicos.

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©Greenpeace/Rodrigo Baleia

Ainda que o governo de alguma maneira dispusesse desses recursos financeiros, careceria de recursos humanos para implementá-las em tempo minimamente hábil, ou seja, antes que a frente de desmatamento possa avançar a medida que as obras de pavimentação são executadas. O Instituto Chico Mendes, responsável pela implementação das UC federais e as secretarias de estado de meio ambiente de Amazonas e Rondônia, responsáveis pelas estaduais, notadamente não dispõem de quadro técnico e de guardas-parque suficientes para assegurar proteção dessas áreas. Afirmar que 52 servidores públicos serão capazes de cuidar de 12 milhões de hectares de florestas mesmo que protegidas por lei em uma região sob forte pressão é no mínimo inocente.

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©Greenpeace/Rodrigo Baleia

A idéia de que a criação de UCs ao longo das margens da BR 319 será suficiente para deter os impactos só encontra sustentação se premissas como a identificação real dos custos e fontes de financiamento e presença do estado forem atendidas, caso contrário mais que UCs de papel, o mosaico da BR 319 será formado por UCs em chamas ao vento.

A mancha vermelha no gelo

Julia Kacowicz às 16:07

Foto da AFPA imagem é chocante: o caçador se prepara para o golpe mortal, na costa gelada do Golfo de São Lourenço, no Canadá, contra a foca.

A ponta de metal do bastão é para esmagar a cabeça do filhote; o gancho, para puxá-lo até perto do caçador, que vai remover sua pele e abandonar a carcaça ensanguentada no gelo. Assim está aberta a temporada de caça às focas no Canadá.

Em questão de semanas, 338.200 animais serão exterminados, o teto estabelecido pelo Ministério da Pesca – 55.000 a mais que no ano passado. O mundo olha o ato “horrorizado”. Mas não é o mesmo ato praticado em abates de outros animais?

Vacas, galinhas e por aí vai… Bem, mas isso é outra história. Nesse caso, além das focas inspirarem aquele “oh…”, é que o abate é apenas pela pele dos animais. O governo garante que o método é “humanitário” e que nenhum animal pode ter a pele retirada ainda vivo.

De qualquer maneira, que é chocante é!

As linhas e o som do alerta

por Julia Kacowicz

Sem nenhum imagem, apenas som e linhas gráficas coloridas. Assim é a nova campanha contra o aquecimento global do Greenpeace no YouTube. Nada de baleias, pinguins ou focas.

A iniciativa teve a ajuda da agência de publicidade AlmapBBDO e elaborou três curtas: Oceanos, Condições Climáticas e Biodiversidade. A ideia é que à medida que o vídeo vai passando, o usuário possa interromper as consequências do aquecimento a qualquer momento, basta clicar no pause.

É uma forma lúdica de mostrar que a interrupção deste processo é difícil, mas não impossível.

Veja abaixo os três curtas:

Oceanos

Biodiversidade

Condições Climáticas

Cheia na Amazônia: Mudanças Climáticas?

A Amazônia enfrentou uma das maiores secas de sua história.

2009: Desta vez, é a cheia que alcança proporções históricas e efeitos catastróficos, com o rompimentos de barragens na região de Altamira que alagou parcialmente a cidade, no último domingo.

Provavelmente cientistas iniciarão um debate discutindo se a excepcional cheia dos rios da Amazônia este ano seria ou não conseqüência das mudanças climáticas. Seria evento isolado ou se encaixa no contexto das chuvas que já castigaram muito do Brasil, atingindo gravemente Santa Catarina, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais e, agora, o Pará. Debates que, provavelmente, não chegarão a uma conclusão definitiva.

Cheia na Amazônia
© Tarcísio Feitosa/Laet

O consenso entre cientistas, por outro lado, é que eventos extremos desse tipo se tornarão cada vez mais freqüentes e catastróficos no futuro, em cenários em que a temperatura do planeta se eleve acima de 2 graus.

Afinal, será possível identificar uma data inicial, um marco definidor que determine quando começaremos a sentir os efeitos das mudanças climáticas? Ou já as estaremos vivendo agora?

No mínimo, o desastre de Altamira mostra outras tendências das mudanças climáticas. Primeiro, que a Amazônia também vai pagar o preço de um problema que tem suas origens na própria região, pois o desmatamento coloca o Brasil na posição de quarto maior poluidor do clima do planeta. E, no final, que são os pobres que vão sofrer mais com as conseqüências devastadoras do fenômeno.

Cheia em Manaus
© Tarcísio Feitosa/Laet

Sexta-feira, Abril 17, 2009
plantar
CULTIVE PLANTAS EM SUA CASA

Aqui vão algumas razões para ter plantas em casa. foto: Marco Pozzana

Se você acha que cultivar plantas em casa é perda de tempo, veja aqui alguns motivos para mudar de idéia.

Para começar, estudos indicam que cultivar plantas faz bem a sua saúde. A jardinagem e o ato de contemplar a beleza das plantas são atividades relaxantes que aliviam o estresse da vida urbana.

O ar em interiores de casas e apartamentos não é muito saudável. Existem inúmeras substâncias químicas dentro de casa graças aos carpetes, pinturas, móveis, eletrônicos... Ou seja, seu organismo está exposto a diversos micro poluentes. Por isso, é conveniente arejar a sua casa até mesmo no frio do inverno. A introdução de plantas nesses espaços vai ajudar a melhorar a qualidade do ar.

Saiba como se livrar da poluição em ambientes internos. Comece a proteger o meio ambiente e sua saúde imediatamente. Cultive plantas!
Segunda-feira, Abril 27, 2009


Aquecimento Global - Quando você sente já é muito tarde. Uma campanha da agência Ponto de Criação.

Poluição faz bem? Como assim?

Uma pesquisa publicada esta semana pode ser considerada, no mínimo, estarrecedora. Publicada na revista Nature, a pesquisa afirma que a poluição do ar pode ajudar no combate ao aquecimento global, pois vem melhorando a forma como as plantas absorvem o gás carbônico

Os cientistas sugerem que o aumento do nível de poluição atmosférica provocou uma expansão da capacidade das plantas em capturar dióxido de carbono. Isso representa um aumento de 10% de absorção desde os anos 60.

O estudo acaba com um dogma da ciência, que tinha como verdade que as plantas crescem mais em dias de sol. Cientistas acreditam agora, que as plantas se beneficiam dos dias cinzentos, porque as nuvens e partículas na atmosfera difundem melhor a luz do sol e espalham mais a luminosidade, atingindo mais folhas, aumentando o processo da fotossíntese.


Eles acreditam que a poluição e suas consequências foram responsáveis por aumentar a produtividade das plantas em 23,7% entre 1960 e 1999.

O estudo mostra que, na medida em que o mundo tenta reduzir a fumaça e as partículas da atmosfera para beneficiar a saúde da população, isso fará com que seja necessário aumentar ainda mais os esforços para captura de dióxido de carbono, já que as plantas absorverão menos gás carbônico quando o ar está mais puro.

“[Com o combate ao aquecimento global], o ar ficará mais puro, e a contribuição que a difusão da radiação dá ao ambiente vai desaparecer”, disse à Nature a cientista Lina Mercado, do Centro de Ecologia e Hidrologia de Wallingford, no Reino Unido. “Nós precisamos levar isso em conta”.

Coisa inacreditável, não? Por favor, não saiam poluindo o ar com o intuito de salvar o meio ambiente!

Você acredita nisso? Tem algum especialista aí?

Fonte: BBC

Ilustração: Chris Madden

Máquina vende leite a granel na Europa

Um grupo de criadores de gado na Espanha decidiu acabar com os intermediários na venda do leite que produzem. Para não depender mais de supermercados e padarias, eles instalaram uma máquina vendedora de leite em alguns mercados municipais. A máquina, em vez de armazenar latinhas de refrigerante, tem capacidade para guardar 300 litros de leite fresco, pasteurizado anteriormente. Com um euro, o consumidor retira um litro de leite, sem precisar de vendedores para isso.

Além de deixar a bebida mais barata, a máquina reduz o uso de embalagens, já que o cliente pode levar sua própria jarra para retirar o leite. Quem não levar o frasco pode optar pela compra de um – de vidro ou plástico - na mesma máquina. O produto está disponível na Itália e na Espanha e a reposição do leite nas máquinas é feita diariamente pelos produtores.

Maravilhosa invenção, que poderia também ser utilizada o recarregamento de embalagens de xampu, detergente para roupa e louça e muitos outros produtos que podem simplesmente ser recarregados para poupar o planeta de tantas embalagens plásticas.

Aqui no Brasil não sei se funcionaria, porque as pessoas são preguiçosas, acomodadas, não se preocupam com nada exceto o seu umbigo.

No sábado à tarde, depois das atividades do Projeto Mata Ciliar fui ao Shinnai para reabastecer a casa com frutas, legumes e verduras. Tá achando que vida de ambientalista é fácil? Trabalhar na sua empresa de segunda a sexta, nos sábados e domingos tem atividade na fundação e só sobram pequenos espaços de tempo para ir ao mercado, à frutaria, à lavanderia … é um caos total.

Então, como ia dizendo, passei cerca de uma hora e meia no Shinnai - para quem não conhece é um local que vende frutas, legumes e verduras - e claro, sempre observando se alguém estava usando sua sacola retornável. Íncrível, ninguém, absolutamente ninguém exceto eu estava usando sacola retornável, todo mundo saia de lá com um monte de sacolas, que pelo menos são oxi-biodegradáveis, menos mal.

Daí você para para pensar e a verdade aparece clara e límpida na sua frente, educação não funciona neste país, tem mesmo é que multar o varejo, proibir sacolas, multar o consumidor, porque pedir consciência e sensibilidade para o consumidor é falar para o vazio.

O incrível é que a frequência ali é de pessoas com alto poder aquisitivo, não dá para falar que as pessoas que frequentam o local não tem dinheiro para comprar uma mísera sacola.

Também não dá para usar a desculpa de que vieram do serviço e por isso esqueceram suas sacolas, porque, caramba, era sábado, às cinco horas da tarde, todo mundo vinha de suas casas, não existe desculpa para a falta de civilidade do maringaense folgado.

Temos mais é que banir as sacolas de uso único em todo o varejo e aplicar multas pesadas em quem descumprir a lei, porque a humanidade não tem consciência, não tem vergonha na cara.

É muito bonitinho falar de aquecimento global, natureza, blablabla, mas na hora que as pessoas tem que agir, na hora que elas tem que fazer sua parte para mudar o futuro é que se vê o caráter delas, ou melhor dizendo, a falta de caráter.

A Braskem e a farsa do plástico verde que contribui para o aumento da fome no planeta

gardawind

Na semana passada fomos bombardeados com a piada do ano, o lançamento do fenomenal, maravilhoso, miraculoso plástico feito de polietileno verde.

A imprensa está anunciando este novo plástico como a salvação do planeta, quando na verdade este plástico é mais um crime contra a humanidade que a brasquem? pratica, este falso plástico verde é mais um produto criado para exaurir os recursos naturais do planeta. A terra fértil, a água limpa e o ar puro, o triângulo de sustentação da vida estão cada vez mais escassos, pois o homem degrada a terra, polui a água e a população do globo aumenta.

Primeiro que de plástico verde não tem nada, é somente a matriz de produção muda, do petróleo para a cana. Agora pense, leitor, se seu carro é movido a gasolina e para cada barril de petróleo refinado há uma sobra de 7% de nafta que se não for transformado em plástico, será queimado na própria refinaria, contribuindo para o efeito estufa, então, para que usar terra fértil e água - que devem ser utilizados unicamente para plantar alimentos para a faminta humanidade - para plantar cana que depois irá ser transformada em plástico?

Não faz o menor sentido, principalmente porque 50% de todo o plástico produzido no mundo corresponde às malditas sacolinhas de uso unico, que serão utilizadas por 30 minutos e depois ficarão 500 anos poluindo o planeta, sendo deixadas de herança para nossos mais longínquos descendentes.

A verdade cristalina sobre este polietileno dito verde é que o polietileno dito verde demora tanto quanto o polietileno feito de petróleo para se degradar.

Resumindo, O POLIETILENO VERDE TAMBÉM DEMORA 500 ANOS PARA SUMIR DA FACE DA TERRA.

É mais uma mentira que nos contam, é mais uma lorota que querem que engulamos sem pensar, usam a proteção ambiental como uma cortina de fumaça para nos confundir. Googleie as palavras braskem + polietileno verde e verá que eles não dizem que dura 500 anos, dizem que é ambientalmente correto, enfim, a cada discurso que a brasquem? faz, o presidente enrola um pouquinho para não dizer a verdade nua e crua, a verdade é que o polietileno verde é mais um fator de aumento da fome no planeta.

Para você ver por entre a cortina de mentira, em uma matéria o presidente da brasquem? faz um monte de elogios ao seu polietileno superhiperultrapoderoso e depois vem com a frase “O plástico tradicional, que tem o petróleo como matéria-prima, leva mais de 200 anos para ser absorvido.” (DCI) mas não fala que o plástico da brasquem? dura o mesmo tanto, que na verdade é mais de 500 anos.

(DCI) “A empreitada demandará investimentos de R$ 500 milhões para produzir 200 mil toneladas de polietileno, e para alcançar esse nível precisará de 400 milhões de litros de álcool.” Pois é, usando o álcool que hoje é utilizado nos carros para fabricar plástico, isso é uma piada de muito mal gosto. Enquanto existir o petróleo, não há razão de existir o plástico dito verde, que de verde não tem nada, tem a cor do deserto, que é no que irá se transformar o terreno em que estão plantando plástico de cana.

(DCI) “Atividade que será facilitada pelo novo zoneamento agrícola planta no Rio Grande do Sul, divulgado na semana passada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.” Então quer dizer que também, já de caso pensado, influenciaram a mudança no zoneamento agrícola do RS para poder desertificar ainda mais aquele estado e ganhar bilhões por ano, eita capitalismo selvagem, que não pensa que a terra que se usa hoje é um empréstimo que fazemos dos futuros habitantes deste planeta.

(O Eco ) “plásticos a partir da cana-de-açúcar, um material totalmente biodegradável que pode se decompor na natureza um ano depois de descartado. O plástico tradicional, que tem o petróleo como matéria-prima, leva mais de 200 anos para degradar-se completamente.” Mentira, mentira mentira, esse plástico dito verde demora o mesmo tanto que o plástico fabricado a partir do petróleo, isto é, mais de 500 anos.

(O Eco ) “O consumo de plásticos provenientes de todas as origens chega a 200 milhões de toneladas ao ano, de acordo com ele.” Esse número está completamente errado, muito abaixo do número real. Sempre minimizam este número para não saibamos a contaminação que o plástico causa ao planeta, para que não descubramos que estamos plastificando o planeta e que nossos descendentes provavelmente serão soterrados pelo plastico eterno.

(O Eco ) “O plástico biodegradável libera gás carbônico e água quando se decompõe e não libera substâncias tóxicas.” Tem alguma coisa errada, estão querendo nos confundir com plástico biodegradável, coisa que o polietileno de cana não é, é só uma mudança na matriz de produção, do petróleo para a cana.

(Correio do Povo) “Mas o polietileno verde não é biodegradável na natureza.” Ahá, agora sim, neste jornal eles disseram a verdade, este plástico também é eterno.

A cada dia inventam uma bobagem, cometem mais um crime ambiental, a cada dia as empresas inescrupulosas inventam mais um jeito de destruir o planeta, porque estão somente atrás do lucro fácil, não se importando o quanto poluam o ar, destruam a fertilidade do solo ou contaminem a água.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Dicas para uma casa limpa e sem produtos que podem nos prejudicar

Publicado por bernardo bihr lopes
A Terra está poluída. O ar, a água, o solo e, conseqüentemente, os alimentos estão contaminados pelos efeitos nefastos das ações humanas, que vêm desequilibrando o ambiente.


Precisamos reverter esse quadro, pensando, com responsabilidade, em nossas escolhas e em nossas ações. Vivemos em uma nave única, um planeta que já dá mostras evidentes de que, diante de tantas agressões, o equilíbrio torna-se mais difícil a cada momento. Precisamos, então, repensar, refletir e reorientar nossas escolhas.


Uma fonte importante de poluição ambiental, que afeta tanto nossa saúde como a saúde do planeta, é a escolha da maneira como limpamos nossa casa. Em sua maioria, os produtos de limpeza são fabricados com substâncias derivadas da indústria petroquímica, reconhecidamente uma das maiores fontes de poluição das águas e da atmosfera. Os líquidos coloridos e perfumados escondem vários componentes nocivos.


Será que precisamos mesmo desses produtos? Por que não utilizar soluções mais naturais e econômicas? Depende de nós diminuir a quantidade de elementos tóxicos que chegam às águas, ao ar e ao solo da Terra através dos ralos de nossas cozinhas e banheiros, e também do ar da nossa própria casa. A cada dia chegam ao mercado produtos de limpeza mais fortes e teoricamente mais eficientes, mas que são fontes de desequilíbrio, e de doença, para o organismo humano e para o planeta.


A Agência de Proteção ao Meio Ambiente dos Estados Unidos afirma, em relatório, que a poluição do ar interior das casas é um dos problemas de saúde ambiental mais importantes do país. A maioria das casas possui uma concentração aérea de substâncias químicas nocivas de 2 a 70 vezes mais alta do que os ambientes externos, porque os produtos de limpeza e de higiene liberam vapores tóxicos quando são usados. Foram detectadas 150 substâncias químicas nas casas, com as quais as pessoas entram em contato sem os cuidados e a proteção dos laboratórios (luvas, máscaras, óculos, etc.), já que são as mesmas substâncias químicas manuseadas em laboratórios. E este quadro é o mesmo no Brasil.


Por isso, quando pensar em limpar a casa, pense também na saúde do seu corpo e do planeta, escolhendo produtos simples e naturais, que não aumentem ainda mais a poluição existente. Através de materiais mais simples e naturais, podemos limpar não somente nossa casa, mas também ajudar a limpar o planeta.



Soluções Alternativas:


* Limpar Tudo: Solução de 4 colheres de sopa de bicarbonato de sódio em um litro de água morna. Adicione uma colher de sopa de vinagre branco, ou suco de limão, para dissolver a gordura.

* Desentupir pia: Jogue no ralo um punhado de bicarbonato de sódio, algumas colheres de vinagre branco e água fervente.

* Limpar forno: Misture bicarbonato de sódio, sal, água quente e vinagre, e passe com esponja. Remova com um pano.

* Limpar vidro: Passe uma solução com água e vinagre, e depois use jornal para dar brilho.

* Desodorizante de ambiente: 4 colheres de sopa de vinagre num pratinho colocado sob um móvel. As plantas também funcionam como ótimos purificadores do ar.

* Para encerar: Misturar uma parte de óleo vegetal, como a linhaça, com outra parte de suco de limão ou vinagre, e aplique com uma flanela.

* Para limpar carpete: Fazer uma solução de água com vinagre branco.

* Para lustrar móveis: Fazer uma solução de uma parte de suco de limão e duas partes de óleo vegetal. Dê brilho com uma flanela.

* Desinfetante sanitário: Misturar bicarbonato de sódio com vinagre.

* Limpar prata: Mergulhar o objeto em um recipiente com água morna, uma colher de chá de bicarbonato de sódio e uma colher de sal. Dê brilho com um pano macio.

* Limpar cobre: Esfregar uma mistura de limão e sal, lavar e secar com um pano bem limpo.

* Limpar bronze: O suco de limão clareia qualquer peça de bronze, que deve ser enxaguada em seguida.

* Limpar objetos dourados: Utilizar, esfregando, limão ou uma mistura de água e vinagre em partes iguais.

* Limpar objetos de latão: Polir as peças com molho inglês e, para conservar o brilho, esfregar azeite de oliva.

* Limpar fórmica: Para tirar mancha de tinta esferográfica, e deixar a fórmica limpa, esfregar com álcool ou com uma solução de água com vinagre.

* Espantar moscas e mosquitos: Folhas de louro, eucalipto e manjericão, maceradas em água ou espalhadas pelo ambiente.

* Evitar traças: Usar cânfora, em vez de naftalina. É tão eficiente e menos tóxica.

* Afastar pulgas: Lavar os animais de estimação com água e sabonete (de preferência, feito com óleo de neem, que possui uma ação repelente sem ser tóxica). Enxugar. Aplicar a seguinte solução para manter as pulgas à distância: 2 colheres de sopa de alecrim fervidas em um litro de água. Espalhar também pela casa folhas de erva-de-Santa-Maria e poejo.

* Afastar os parasitas das plantas: Colocar no liquidificador 3 cebolas, 1 cabeça de alho, 2 pimentas-malagueta e 1 colher de sabão em barra. Bater com meio litro de água e espalhar esta mistura nas plantas. Pode-se também colocar alguns dentes de alho em um pouco de água (se possível, de chuva) e deixar impregnar por cerca de dez dias. Usar, então, em um spray, para pulverizar as plantas.

* Amaciante de roupas: Ao enxaguar a roupa, colocar meio copo de vinagre branco na última água. Além de amaciar, o vinagre realça as cores e impede que manchem.

* Pasta de limpeza: Em vez de desperdiçar os restos de sabão (de preferência, biodegradável), reaproveite-os em uma excelente pasta de limpeza. Basta deixar os restos de sabão de molho em um pouco de água (o necessário para formar uma pasta) e, depois, misturar uma colher de vinagre e duas colheres de açúcar. Está pronta sua pasta de limpeza!

* Adubo natural: Um verdadeiro adubo para as plantas pode ser obtido com substâncias normalmente desprezadas e desperdiçadas. A água que cozinha as batatas (sem sal e fria), a água da lavagem do arroz, os restos de chá preto, borra do café – tudo isso funciona como um excelente adubo. Da mesma maneira, as cascas de batata e de cenoura podem ser colocadas diretamente nos vasos para ajudar o desenvolvimento das plantas.

* Passar bem: Produtos que facilitam a passagem de roupa contêm, geralmente, muitas substâncias tóxicas e perigosas. A solução feita com uma colher de sopa de polvilho dissolvida em um litro de água cumpre o mesmo objetivo, ao ser aplicada às roupas a serem passadas, sem poluir.

* Pesticida natural: Ferver folhas de ruibarbo, durante meia hora, em quatro litros de água. Acrescentar uma colher de chá de sabão de coco, para a mistura aderir às folhas e expulsar os pulgões.

* Tira cheiro: Em um cômodo recém-pintado, o cheiro da tinta fresca desaparecerá mais depressa se deixar no ambiente uma bacia cheia de água com algumas rodelas de cebola ou folhas de laranjeira.

* Tira ruído: Se a porta estiver rangendo, faça uma mistura de raspa de grafite (ponta de lápis) e algumas gotas de óleo de cozinha. Coloque aos poucos nas dobradiças, fazendo um movimento de abrir e fechar a porta, para que a mistura penetre bem nas dobradiças.

* Tira manchas: Manchas de gordura são retiradas com uma mistura de água quente com sabão e umas gotas de detergente (de preferência, biodegradável). Lavar e, se restar algum vestígio, polvilhar talco e deixar por algumas horas; esfregar um pedaço de cebola também resolve. Manchas de frutas e doces desaparecem com álcool ou vinagre branco, e manchas de tinta de escrever devem ser lavadas com leite. Na falta do leite, também pode ser usado um punhado de sal umedecido com limão e colocado sobre a mancha, lavando-se em seguida. Mancha de café desaparece esfregando imediatamente, e com paciência, uma pedrinha de gelo até que a mancha suma.

* Tira umidade: Coloque um recipiente com pedaços de carvão no fundo dos armários, ou então pendure pedaços de giz. Sempre com o cuidado de não sujar as roupas.

* Fórmula mágica: A velha combinação de água quente e sabão (de preferência, biodegradável) continua sendo o melhor detergente. Ela limpa pisos de cerâmica, ladrilhos e azulejos, tira manchas de parede e a gordura das superfícies. E, melhor ainda, não ajuda a poluir a Terra.

Mudanças climáticas são piores do que se pensava

Novos estudos mostram que as previsões catastróficas feitas pelo Painel da ONU em 2007 eram tímidas. A situação é mais grave
Marcela Buscato

Representantes da Itália e da Suíça sentaram-se à mesa de negociações para solucionar um problema que pensavam ter resolvido há quase 70 anos: onde começa e termina cada país. Em 1941, quando as fronteiras foram formalizadas, pareceu uma boa ideia usar como marco as geleiras dos cumes dos Alpes, um cartão-postal da Europa. Elas representavam uma referência atemporal. Mas, com o aquecimento global, parte da neve derreteu. E sumiu com a divisão entre os países.

Italianos e suíços resolveram o problema pacificamente: vão usar como parâmetro as rochas expostas pela ausência da neve. Mas o contratempo diplomático mostrou que os impactos mais drásticos das mudanças climáticas já estão acontecendo. E, de acordo com uma nova leva de pesquisas, mais rápido do que se previa.

Estudos recentes mostram que a velocidade do aquecimento global está acelerada se comparada ao que previram há apenas dois anos os cientistas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), a cúpula internacional reunida pelas Nações Unidas para estudar o fenômeno. As novas pesquisas reúnem dados mais recentes que os compilados no último relatório do IPCC, que em geral datam de 2005. Além de atuais, os últimos estudos são mais precisos porque os pesquisadores conseguiram analisar uma escala maior de tempo, o que confere exatidão à detecção de tendências. “Já estamos no pior cenário previsto pelo IPCC”, afirma a oceanógrafa americana Katherine Richardson, pesquisadora da Universidade de Copenhague, na Dinamarca. “A situação é até pior que o estimado no caso do degelo do Ártico e da elevação do nível do mar.” (Leia a entrevista) Em março, Katherine e cientistas de vários países se reuniram em Copenhague para dar esse recado ao mundo. Foi a forma que eles encontraram para alertar os políticos que se encontrarão em dezembro, também em Copenhague, para votar um novo acordo para cortar emissões.

Ao lado do biólogo americano Christopher Field, da Instituição Carnegie para Ciência, em Washington, e do climatologista James Hansen, do Instituto Goddard da Nasa, a agência espacial americana, Katherine é uma das cientistas mais ativas no alerta sobre o aquecimento global. Field estuda como as plantas e os ecossistemas responderão ao aumento da temperatura e tem declarado que o mundo está diante de um futuro climático além de qualquer previsão pessimista. Hansen, que desde a década de 1980 faz advertências sobre o aquecimento global, diz que a sociedade tem menos de uma década para frear as mudanças climáticas se não quiser viver em um planeta irreconhecível.

A maioria dos pesquisadores é mais reticente। Eles temem que afirmações catastróficas desestimulem as mudanças necessárias para diminuir as emissões. Um segundo motivo é o rigor científico. Como qualquer investigação científica, suas medições e análises carregam um grau de incerteza. Para não dar declarações exageradas, muitos pesquisadores acabam não enfatizando o suficiente suas conclusões. “Sinto-me decepcionado em como demoramos para convencer a sociedade de que o aquecimento global é uma ameaça real”, diz o glaciologista americano Robert Bindschadler, pesquisador da Nasa que há 25 anos estuda o continente antártico. “A maior parte dos cientistas está perplexa com a eficiência dos céticos em destacar as incertezas de nossas pesquisas.”

Apesar da cautela dos cientistas, as evidências reunidas nos últimos quatro anos não deixam dúvidas da escalada das mudanças climáticas. E elas devem integrar o próximo relatório do IPCC, em 2014. “Algumas consequências do aquecimento já são irreversíveis, como a expansão da área tropical no planeta”, afirma o meteorologista alemão Thomas Reichler, pesquisador da Universidade de Utah, nos Estados Unidos. Reichler diz que em Salt Lake City, onde mora, o verão já está mais seco e as chuvas devem diminuir pelo menos 10% nos próximos anos. É uma previsão preocupante para uma região desértica. “Nossas ações hoje é que ditarão quão ruim a situação vai ficar no futuro.”

Segundo os cientistas, não estamos fazendo o que poderíamos para diminuir a emissão de gás carbônico, o principal responsável pelo aquecimento global. Desde a Revolução Industrial, no século XVIII, nós o emitimos em atividades como a queima de petróleo e carvão para gerar energia. Ele esquenta o planeta, porque forma uma camada de gás na atmosfera que retém o calor do Sol. Agora que sabemos disso, deveríamos diminuir as emissões. Em vez disso, elas estão aumentando. E em um ritmo que resultaria no pior cenário antecipado pelo IPCC: o planeta ficaria 6,4 graus célsius mais quente antes do fim do século. O trabalho de um consórcio internacional de cientistas, o Global Carbon Project, mostrou que só entre 2000 e 2004 o crescimento anual das emissões triplicou, de 1,1% por ano nos anos 1990 para 3%. A industrialização de países como China e Índia, com base na queima de carvão, seria a principal causa desse aumento. Em 2004, os países em desenvolvimento teriam contribuído com 73% do aumento das emissões globais.

O cenário mais otimista previsto pelo relatório do IPCC (um acréscimo de “apenas” 2 graus na temperatura) já é considerado improvável. O Hadley Center, no Reino Unido, referência internacional em modelos climáticos, refez suas previsões no ano passado e sugeriu um futuro ainda mais quente. Mesmo que as emissões caiam 3% ao ano a partir de 2010, a temperatura aumentaria no mínimo 2,9 graus em 2100. No ritmo atual, seriam 7,1 graus a mais.

O impacto seria avassalador. Nas contas do IPCC, 4 graus a mais fariam com que o nível do mar subisse até 59 centímetros. Seria o suficiente para desabrigar 313 milhões de pessoas, cerca de 5% da população mundial. Hoje, essa previsão é considerada conservadora demais. Os cientistas já dão como certa uma elevação do nível do mar em 1 metro até 2100. Cerca de 600 milhões de pessoas ficariam desabrigadas.

Segundo estudos, 5% do fundo congelado do
Oceano Ártico já começou a liberar metano

A revisão das projeções foi provocada por novas análises do comportamento do oceano nos últimos milhares de anos. E por novos dados que mostram a aceleração do derretimento da Antártica. Pesquisadores da Universidade da Califórnia constataram que, entre 1996 e 2006, o degelo na Antártica aumentou 75%. A parte mais vulnerável é o oeste do continente. Lá, os cientistas observam a aceleração do derretimento de grandes geleiras como a Pine Island, que mede 250 quilômetros de comprimento. “Geleiras como essa podem derreter em uma questão de séculos”, diz Bindschadler, da Nasa. “Isso elevaria o nível do mar em 5 metros.”

Dicas de produtos para começar bem a semana

Arroz Ráris 7 Cereais

O Ráris® 7 Cereais Integrais é uma mistura de 7 cereais (Arroz Integral, Arroz Selvagem, Trigo Integral, Aveia Integral, Cevada, Centeio e Triticale) que é ótima para uma alimentação balanceada. Pode ser associado a frutas, verduras e legumes - de preferência orgânicos.

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As fibras presentes nos cereais integrais auxiliam no funcionamento intestinal, no controle e prevenção de diabetes e na redução das taxas de colesterol. O arroz Ráris também é fonte de vitaminas e minerais além de fitonutrientes antioxidantes. Pode ser usado para acompanhar legumes, quiches, aves e peixes, substituindo o arroz comum, e também em risotos ou saladas.

Farinha de Banana “De Aloe”

A Farinha de Banana é um complemento alimentar saboroso, de alto valor nutritivo, energético e rico em fibras. Pode ser usada no preparo de mingau, pães, bolachas, bolos, tortas, doces, sorvetes, empanados e pizzas doces. A banana contém 37% de amido resistente, carboidratos cujas propriedades fisiológicas são semelhantes às das fibras.

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A Farinha de Banana “De Aloe” é elaborada a partir de bananas desidratadas e moídas, em um moderno processo tecnológico que preserva seus nutrientes. Desta forma, apresenta os seguintes benefícios ao organismo:

  • Diminuição da absorção da glicose;
  • Redução dos níveis de colesterol e triglicérides;
  • Aumento da sensação de saciedade, reduzindo o apetite;
  • Fortalecimento e aumento do número de bactérias benéficas do intestino, favorecendo seu bom funcionamento.

Doces Aledora

Os Doces Aledora são saborosos e podem ser consumidos por diabéticos, pois são sem adição de açúcar - são adoçados com sucralose, um edulcorante não calórico. 60% de sua elaboração é feita com leite desnatado, o que reduz também a quantidade de gordura do doce. Além disso, são 33% menos calóricos que os doces de leite convencionais. Uma ótima opção para a aquela vontade incontrolável de comer um doce!

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Boa segunda-feira a todos e experimentem as dicas durante a semana!

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sábado, 25 de abril de 2009

Amazônia garante chuvas no Sul e Sudeste; região pede plano de prevenção contra enchente

Publicado por Moderador do Banco do Planeta em April
Foto: Margi Moss Tempestade de verão

Salvar a floresta amazônica pode parecer um objetivo altruísta para beneficiar apenas as futuras gerações. Mas na realidade, a sua preservação garante os ciclos de chuvas no Sul e Sudeste do país, que produzem alimentos para todo o país.

Para entender melhor este fenômeno, Gérard Moss, explorador ambiental, engenheiro e piloto, há mais de um ano sobrevoa o país dentro de um avião monomotor acompanhando as correntes de ar carregadas de umidade que saem da Amazônia, num projeto batizado de "Rios Voadores".

Interessante? Acesse o grupo Amazônia: Floresta em Pé para conhecer esta e outras iniciativas que visam parar o desmatamento já.

Região enfrentará enchentes

Enquanto beneficia o Sul do país, a própria região enfrentará fortes enchentes este ano, segundo o Serviço Geológico do Brasil. Este serviço alerta que os rios Negro e Solimões e seus afluentes poderão sofrer a maior inundação, desde 1953, quando houve uma cheia histórica recorde.

Naquela época o nível dos rios chegou a 29,69 m. A previsão para este ano é que chegue a 29,68 m no mês de junho, quando tradicionalmente ocorre o pico da cheia. Atualmente o nível dos rios está em 28,10 m.

A situação é grave, pois o governo federal, na figura do diretor de Regularização Fundiária do Ministério das Cidades, Celso Santos Carvalho, admitiu nesta terça-feira (14) que não tem um plano específico para se antecipar às enchentes e poupar a população da região de suas consequências.

Tags: amazonas, amazônia, chuvas, floresta, rios voadores

Computadores para inclusão

Publicado por Moderador do Banco do Planeta em April 24, 2009 às 10:३०अम
Telecentros comunitários e escolas e bibliotecas públicas podem solicitar computadores para desenvolver projetos de inclusão digital, ao governo federal.

Os equipamentos serão fornecidos numa ação conjunta com parceiros e doadores de máquinas usadas. Toda doação passará por Centros de Recondicionamento, que realizarão sua triagem, recondicionamento, armazenagem, entrega e descarte ambientalmente correto de componentes não aproveitáveis.

A seleção de projetos que receberão os computadores e periféricos recondicionados é de responsabilidade de uma Coordenação Nacional, composta por representantes dos Ministérios do Planejamento (MP), Educação (MEC) e Trabalho e Emprego (MTE), dos CRCs integrantes da rede e dos parceiros que aportam recursos e/ou serviços.

Os critérios de seleção, as doações e o acompanhamento dos projetos em andamento podem ser feitos no site: http://www.computadoresparainclusao.gov.br/

Tags: computadores, educação, inclusão digital, telecentros

Precisamos ampliar a coleta seletiva

Publicado por Moderador do Banco do Planeta em April 24, 2009 às 1:००प्म
No Brasil, ainda predominam os lixões a céu aberto, causando danos à qualidade do ar, das águas e do solo onde estão, além de trazer riscos à saúde pública.

Segundo o IBGE, apenas 32,2% dos municípios brasileiros têm aterros sanitários e, destes, apenas 51,2% têm impermeabilização do solo e 21,6% tratam o chorume (líquido resultante da decomposição de materiais orgânicos) que geram.

Ali, restos de comida e papéis higiênicos apodrecem misturados a todo tipo de materiais que poderiam ser reaproveitados. Escapam desta sina uma parcela muito pequena de recicláveis, como mostra o caso da Cooperlínia.

Esta cooperativa funciona em Paulínia, SP, junto do aterro privado Estre, que recebe resíduos de 900 empresas e de 22 municípios da Grande Campinas - sem incluir a própria. Ali, chegam diariamente 4.000 toneladas de dejetos por dia; para a Cooperativa, apenas 150 toneladas ao mês.

“Queremos influenciar políticas públicas de reciclagem e ampliar os programas de coleta seletiva”, declara Juscelino Dourado, responsável pela Estre. “Pode parecer um contrassenso, mas a separação de lixo ainda é tão pequena no Brasil que pode ser ampliada drasticamente sem, contudo, eliminar a necessidade de aterros”, esclarece o profissional.

Estre, em Paulínia - aterro privado administra 4 milt de lixo por dia e quer incentivar a coleta seletiva As instalações da Estre naquele município estão servindo como um campo de educação, mostrando na prática quantos materiais são descartados todos os dias e o desafio ambiental que isso provoca. Para atender os constantes pedidos de visitas, foi montado junto da unidade de operação um Centro de Educação Ambiental, que em seu primeiro ano de funcionamento recebeu mais de 14 mil estudantes, de todas as idades.

Para administrar o centro e ampliar o trabalho com professores e com a comunidade do entorno, foi criado o Instituto Estre, cujos focos de atuação são a coleta seletiva, o reflorestamento urbano e a educação ambiental. Em 2008, 1.033 professores de 19 municípios da região metropolitana de São Paulo participaram ali de capacitação e cursos, e o ano de 2009 começou com 9.000 alunos agendados para visitação ao aterro.

O material didático utilizado foi construído em conjunto com os professores, e uma maquete explicando todo o funcionamento do aterro, em oposição a um lixão, ajuda na compreensão dos desafios colocados pelo lixo.

Tags: aterro, lixo, reciclagem

Poluição Luminosa

Um problema que têm preocupado muito os amantes da astronomia, é a poluição luminosa, tradução do inglês Light Pollution. A Poluição Luminosa é - como o próprio nome diz - a poluição causada pela luz excessiva utilizada por humanos. Interfere não só na diminuição da visibilidade das estrelas que prejudica a observação astronômica, mas também interfere nos ecossistemas, prejudicando animais como aves, peixes e tartarugas marinhas.
Este tipo de poluição é considerado um efeito colateral da industrialização. A fonte principal de poluição neste caso consiste das luminárias internas e externas das residências e de outros estabelecimentos, anúncios publicitários, iluminação viária, sinalização aérea e marítima, edíficios e torres iluminadas, luz das ruas, barcos de pesca, luzes de segurança, faróis de veículos, bem como toda outra fonte artificial de luz.

A poluição luminosa é mais intensa em áreas densamente povoadas e fortemente industrializadas,como por exemplo na América do Norte, Europa e Japão.